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Princesa Sem Tiara

Blog pessoal, de alguém que pela escrita é apaixonada e à moda já há muito se rendeu!

04
Abr14

Olha para mim, já estou lá à frente...!

Como eu era taõ feliz de férias neste momento. Longe destas dores de cabeça, destas cofusões e das questões com que me deparo. Deixei o cansaço apoderar-se de mim e devo ser a pessoa mais rabugenta do mundo. Evitei tomar certas decisões e deixei o tempo passar sem impor limites e agora cada vez mais torna-se inevitável. Inocente como sou, acho sempre que tudo vai mudar e que as pessoas serão o que eu gostaria. É pedir muito afinal tal pedido foi estipulado por promessas verbais. Achava eu suficiente. É nas alturas em que as frases feitas são verdades que arrependo-me de não ter a força de uma guerreira. Sou mole e bondosa demais. Apaixonada será esse o meu defeito. Os dias passam, passam e passam. E, para quê?! A mudança tornou-se num retrocesso, já vai lá atrás. Eu tento caminhar. Olha para mim, já estou lá à frente. Anda até aqui. Caminha, tenta vir ao meu encontro. Eu estou à tua espera mas o relógio não pára e o tempo está a passar. Pergunto-me se virás, se irás abrir à porta do teu mundo e permitires-te sair e, viver a vida que prometes-te. Não só a mim, mas a todos!

 

04
Abr14

Era uma vez...

... uma pequena quase adulta! 

 

Sim, é verdade sou eu! Eu, que passo a maior parte das vezes em que penso no meu futuro profissional a desejar ter 10 anos e, hoje a escala dos 20 que já os passei parecem mais uns 12, aos olhos de um desconhecido que observe certas realidades. Quero abrir um casulo em que me envolveram, abrir as as asas e voar. Tenho o mundo à espera e, sinto que o posso conquistar. Vontade não falta. Mas esta redoma de vidro, é uma realidade ilusória, para mim, mas não para quem a faz. Mas até quando esta percepção distorcida que não deixa encarar a realidade de tempos já antigos. Foi com eles, será comigo. Secalhar, um dia irei entender. Provavelmente é só mais um ensinamento da vida. Venho eles, já estou calejada! Só gostava que este casulo tivesse portas automáticas, em que eu podesse viver, descobrir, errar se for preciso, para aprender, e à volta tudo ficasse estático e imune à mágoa. No final, o meu medo é esse, nada mais do que a mágoa!