03.01.2026 - Nada é tão nosso quanto isto!

Não foi no primeiro dia. Nem no segundo dia. E está tudo bem. Até porque um dos compromissos que ia escrever ia ser exatamente isso: ter leveza no que foge ao planeado. E no terceiro dia do ano, com todos ainda a dormir, o meu leite com cevada ao lado e não podia ter escolhido melhor momento, para escrever os desejos e objectivos, ou melhor, os compromissos para este ano. E pela primeira vez, mudei a escrita e os tempos verbais. O gostava e o queria foram trocados pelo vou e o quero. Num compromisso que se quer certo e presente para ser concretizado. Afinal, nada é tão nosso quanto isto. Os sonhos, os desejos, os planos, os objectivos e os compromissos. Num querer fazer o que se deseja. E escrever no inicio tudo o que queremos que nos traga. E quase mesmo no final de duas folhas escritas, a minha filha acordou e veio fazer-me companhia na escrita. Como um dos compromissos escrito, da presença e do estar presente.